quinta-feira, 27 de maio de 2010
UMA REFORMA TRIBUTÁRIA
Quebrar paradigmas é uma tarefa difícil, mas vou tentar.
Começo pelos impostos declaratórios que considero um cancro da nossa sociedade.
Porque temos que ter um sistema complicado e que permite a sonegação, que cria classes de contribuintes injusta, onde os corajosos e malandros sonegam e os medrosos e ou mau informados pagam mais?
Segundo dados dos anos de algumas décadas passadas, existiam alguns milhares de Fiscais da Receita Federal empenhados nos melhores resultados de arrecadação, e do outro lado, centenas de milhares de técnicos em contabilidade para pagar o menos possível.
Os impostos devem ser cobrados como o são, apenas nos itens de consumo, porém:
Os percentuais devem ser extintos dos itens EDUCAÇÃO, REMÉDIOS E ALIMENTOS DA CESTA BÁSICA.
Por outro lado, os impostos dos itens não essenciais como cigarro, bebidas podem ser mais elevados.
Quanto aos itens escassos como energia (eletricidade, combustíveis (gás, gasolina. diezel, etanol)), água devem ser altos e com descontos pela austeridade de uso dos consumidores, com objetivo de estimular o não desperdício, muito comum nos itens subsidiados.
Todo imposto deve ser transparente com dizeres sobre seu destino.
em construção...
terça-feira, 25 de maio de 2010
A virtude do egoísmo
Ayn Rand.
Diante do título deste livro, A virtude do egoísmo, não falta quem pergunte o porquê do termo “egoísmo”, com conotação positiva, ao lado de “virtude”—se todos “sabem” que “egoísmo” é o oposto de uma qualidade virtuosa de caráter.
O motivo é simples: “egoísmo” etimologicamente significa preocupação com nossos próprios interesses. O termo “egoísmo” não tem nenhuma conotação, positiva ou negativa; não diz se os interesses são bons ou maus; ou quais são. Cabe à ética responder a esse tipo de questão.
A ética altruísta responde que a preocupação com nosso próprio interesse é nociva; só tem valor moral uma ação praticada em benefício dos outros. Em lugar de perguntar: “O que são valores?”, o altruísta pergunta: “Quem deve se beneficiar dos valores?”—tornando o beneficiário da ação o único critério de valor moral. Tem o mesmo valor, por exemplo, o dinheiro ganho com o trabalho ou com um roubo—ambos são imorais porque o beneficiário é um “egoísta”.
Essa ética é trágica, porque não nos fornece um código de valores morais e nos deixa sem diretrizes morais. Essa falta de diretrizes tem levado a maioria das pessoas a desperdiçar suas vidas entre o cinismo e a culpa—cinismo, por não praticarem a ética altruísta; e culpa, por não se atreverem a rejeitar essa ética.
O que fazer? O primeiro passo é defender o direito do homem a uma existência moral racional—ou seja, a um código moral que sirva para definir os interesses e valores adequados à vida; que mostre que é moral preocupar-se com os próprios interesses; e que afirme o direito das pessoas de se beneficiarem de seus próprios atos morais.
Na ética Objetivista, quem age é sempre o beneficiário da ação, que age de acordo com seu próprio auto-interesse racional. A satisfação dos desejos irracionais dos demais, ou a satisfação dos próprios desejos irracionais, não é um critério de valor moral: a moralidade não é um concurso de caprichos. É errado achar que qualquer escolha é moral, desde que guiada por um julgamento independente—um julgamento nada mais é que o meio pelo qual se escolhe como agir. É isso que torna a ética Objetivista uma moralidade do auto-interesse racional—ou do egoísmo racional.
Ayn Rand
Do jeito que está não dá!
Precisando ser compreendido por uma amiga ex-professora, que uma reforma eleitoral é mais urgente, pois hoje o sistema político/eleitoral não permite gente honesta participar, e esses "representantes" de baixo nível nunca vão reformar o ensino nem as outras reformas que o Brasil precisa. Nunca fui nem sou poeta, mas a necessidade me fez escrever estes versos para convencer a amiga:
Educação ou regras com punição?
Qual a melhor solução?
Fiz com amor e paixão,
Tentando uma solução,
Para meu país sem noção
De honra e retidão.
Sou a favor da EDUCAÇÃO,
Após as regras com punição!
Brasil
Educação ou regras com punição?
Qual a melhor solução?
Vejo muita nação
Cheia de educação
Sem regras ou punição
Exemplos de danação
Nos servem de lição
Vejo também nação
Com pouca educação
Exemplos de perfeição
Eis aí a questão
Posto que em toda eleição
Vem o político ladrão
Falando sempre em educação
Lógico que sou a favor da educação
E me arrependo até então
De não ter tido muita diplomação
De que educação
Falam eles então?
Pois só vejo ma intenção
Em toda atuação
E vejo também nação
Cheia de educação
Recheada de podridão
Mas vejo também nação
Sem muita educação
Mas com muita pontuação
Veja os índices na escalação
Vem politico ladrão,
E nos engana em toda eleição
Falando em educação
Que educação tem eles então?
Se não vejo nenhuma mutação?
Fico com inveja dos índices de educação
Dos países que fizeram parte de nossa fundação
Que fizemos então com toda a exemplificação
Tomamos o bastão e implantamos a podridão?
Não, acho que não,
Não é a educação
A culpada da nossa danação
Só nos falta regras então
Para pôr na linha os políticos em atuação
Pois tem político ladrão até de alta aculturação
E tem muita gente simples exemplo de retidão
Por outro lado a nossa nação
Carece mesmo de revolução
Revolução sem sangue é a solução
Pois só nos falta as regras e a punição
A exigir do político ladrão
O fim da mentira sobre a educação
E que recebam então,
A exemplar punição
Vejo nas regras com punição
A taboa da salvação
Para toda pobre nação
Sem esperanças de arrumação
Com esses políticos sem compaixão
Beto Monteiro - 19/02/10
quinta-feira, 20 de maio de 2010
FICHA LIMPA - NÃO ACEITAMOS QUE SIRVA PARA LIMPAR A FICHA DOS POLÍTICOS LADRÕES !!
domingo, 16 de maio de 2010
DEMOCRACIA COM VOTO OBRIGATÓRIO???
democracia, politica, voto facultativo.
De tempos em tempos parte da imprensa brasileiro e o próprio governo federal alardeiam que o Brasil é uma das maiores democracias do mundo se não a maior. Isso poder ser considerado propaganda enganosa, pois como voce pode se referir a uma democracia se voce não pode exercer o seu maior direito que é o de não querer usufruir do seu própiro direito? Explico; o voto é uma conquista popular, o voto é um direito conquistado, portanto se é um direito, porque tem que ser obrigatório. A democracia pressupõe a liberdade de expressão. Que liberdade de se expressar é essa se tenho que obrigatóriamente me expressar mesmo sem motivação para isso? Os países mais desenvolvidos do mundo oferecem voto facultativo: os Estados Unidos por exemplo. Até alguns sub desenvolvidos também, como é o caso do Haiti, onde nossos representates ajudaram a organizar as eleições diretas e advinhem - voto facultaivo - ouseja ensinamos que o voto deve ser facultativo e não praticamos em nosso próprio país. Nas Universidades o voto sempre foi facultativo. Se queremos aperfeiçoar o processo democrático e político é fundamental que comecemos pela implantação do VOTO FACULTATIVO NO BRASIL EM TODOS OS NÍVEIS (municipal, estadual e federal), o processo eleitoral ficaria mais barato e caso a presença dos eleitores fosse muito baixa, talvez aí sim, os candidatos parariam para pensar no que está errado com a classe política brasileira. Com voto obrigatório a democracia é de faz de conta, pois não posso abrir mão do meu próprio direito. Vamos pois, aperfeiçoar o processo eleitoral trabalhando pela mudança na Constituição Federal onde preve o voto obrigatório e colocarmos o VOTO FACULTATIVO. Cobremos de nossos representantes esse pleito. Vamos fazer uma campnaha PELO VOTO FACULTATIVO e aí sim teremos a maior Democracia do mundo. Até a próxima...
Estou em boa companhia
O empirismo é uma teoria filosófica que defende o conhecimento da razão, da verdade e das idéias racionais através da experiência. Essa teoria muito desagrada os adeptos da teoria inatista que afirma termos em nossa mente desde o período extra-uterino princípios racionais e idéias verdadeiras.
O empirismo é descrito-caracterizado pelo conhecimento científico, a sabedoria é adquirida por percepções; pela origem das idéias por onde se percebe as coisas, independente de seus objetivos e significados; pela relação de causa-efeito por onde fixamos na mente o que é percebido atribuindo à percepção causas e efeitos; pela autonomia do sujeito que afirma a variação da consciência de acordo com cada momento; pela concepção da razão que não vê diferença entre o espírito e extensão, como propõe o Racionalismo e ainda pela matemática como linguagem que afirma a inexistência de hipóteses.
John Locke é considerado o principal figurante do empirismo. Com sua corrente, denominada Tabula Rasa, afirmou que as pessoas desconhecem tudo, mas que através de tentativas e erros aprendem e conquistam experiência. Sua corrente também originou o behaviorismo que busca o entendimento dos processos mentais internos do homem.
Outros filósofos estão associados ao empirismo como: Aristóteles, Tomás de Aquino, Francis Bacon, Thomas Hobbes, George Berkeley, David Hume e Hohn Stuart Mill. Destes, Francis Bacon e Thomas Hobbes conseguiram influenciar uma geração de filósofos do Reino Unido com o empirismo no século XVII.
