quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Rodovias a serviço da corupção

Nosso país é dirigido por canalhas, salvo alguns poucos "representantes" que nada sabem sobre custo X benefício.
Ou mudamos as regras eleitorais, ou nunca teremos bons administradores ou legisladores.
Senão veja:
Estamos no século XXI e as nossa rodovias servem aos interesses escusos de toda essa cambada que "governa" o Brasil, os estados e municípios.
Uma rodovia de pista dupla, não pode ter um canteiro central de 10, 20 ou 30 metros, pois isso representa milhares de hectares, perdidos e demandando investimentos e manutenção, sem nada produzirem, nem mesmo segurança ou conforto.
Ao projetar uma rodovia, devemos apenas separá-las com uma mureta de concreto, que é seguro, barato e evita o incômodo dos farois contrários.
Os postos de reabastecimento, áreas de descanso, e retornos devem ser feitos num canteiro central previsto para isso em distâncias confortáveis aos usuários dessas rodovias.
esses áreas demandam poucos hectares, servem como áreas de descanso, retornos, abastecimentos e reparos e até de socialisação pelos encontros dos viajantes.
Evita-se assim as caríssimas obras de arte como viadutos e pontes, e postos de reabastecimentos, reparos e praças de alimentação.
Esses centros de paradas sofrem concorrência desnecessária, quando poderiam ser dadas essas conceções para outras rodovias menos movimentadas, onde ninguém se atreve construir postos pelo risco de quebrar caso dêem conceção a outros nas proximidades.
Já passei isso a muitos políticos e técnicos e engenheiros ligados aos "governantes".
Resumindo, ninguém sabe disso, pois nunca se interessaram, e querem mesmo é a gastança e a conceção que distribuirão entre amigos e financiaadores.
Da nojo saber que não adianta quebrar a cabeça de desenvolver ou descobrir um projeto assim tão bom, a mais de trinta anos, e nada consegui mudar nesse país bandido.
Beto Monteiro