sábado, 19 de fevereiro de 2011

O ato de guiar é muito perigoso!!!

Respondendo a um amigo sobre, se os pneus melhores devem ser usados na frente ou atrás dos veículos.
Correto, na traseira, e evidencio os motivos:
A mais de 20 anos que a indústria automobilística optou corretamente por deixar os carros sub esterçantes, pois eram todos super esterçantes.
Para motoristas leigos ou comuns (99,99%), os carros ficaram mais seguros em situações inesperadas (derrapagens), evitando a maioria dos acidentes que acabam não acontecendo por esse motivo.
Os acidentes ainda ocorrem mas em menor quantidade e menos danosos se a indústria não tivesse feito essa opção.
A Primeira reação que o motorista tem quando o carro derrapa (hoje muito mais de frente) é tirar o pé do acelerador, e o carro tende a se estabilizar, mesmo que o freio seja usado sem muita intensidade, o que não ocorreria se o carro saísse de traseira, como acontecia antigamente e os fuscas até hoje, e só um motorista muito bom de braço ou um piloto dos bons consegue corrigir sem fazer pêndulo quando o carro super esterçante sai de traseira.
Mesmo assim, aconselho principalmente quando chove, a:
1º- não viajar com pista molhada
2º- ter os pneus sempre com sulcos acima de meia vida
3º- andar com velocidade bem menor que a recomendada, mas não na frente de veículos grandes
4º- usar os pneus melhores na traseira mesmo, e bem calibrados
5º- nossas estradas são perigosíssimas, e potencializam esse perigo quando molhadas
Os perigos são imensos e maiores com a velocidade e pista molhada
Beto Monteiro
OBS: afirmo ainda, que guiar carros é mais perigoso que pilotar aviões, pois o ato de voar é só para profissionais e guiar é possível a quase todos...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Autódromo Internacional de Londrina.

Autódromo Internacional de Londrina, esse é o nome. Começou em meados dos anos sessenta quando Norman Prochet, através das pujantes revendas Transparaná organizou a primeira corrida de carros entre Londrina e Apucarana. Entusiasmados, os aficionados da região iniciaram um movimento para construir um autódromo para a prática do automobilismo, motociclismo e kartismo. Queriam esses jovens desportistas, que Londrina continuasse pioneira e empreendedora como sempre foi em todas as áreas. O primeiro sonho se tornou realidade em 1984 com a construção de uma pista oval de 3/4 de milha de extensão e 15 metros de largura e 2 grandes curvas inclinadas onde se atingia médias horárias de 168 quilômetros por hora com a categoria HotDodge. Essa pista foi palco de 2 anos de corridas, pista essa projetada e construída pelo piloto Carlos Alberto (Beto) Colli Monteiro, com ajuda de amigos, que decidiram homenagear o falecido pai do construtor, Sr. Luiz Nogueira Monteiro, por ter sido um grande incentivador dos grandes empreendimentos londrinenses. Queriam mais, e através do Automóvel Clube do Café, criado pelos pilotos, partiram em luta de convencimento das autoridades de que o esporte motorizado merecia um autódromo que além de projetar Londrina e região até internacionalmente, revelariam novos pilotos e talentos regionais, eliminando os rachas de rua, tão perigosos. Esses pilotos, já tinham conseguido o Kartódromo de Rolândia em 1969, com incentivo total de José Nicola Caliento (nome oficial do kartódromo), Johnny Lehmann e seu irmào e Klaus Nixdorf, sendo este também projetado por Beto Monteiro e Peter Raab. Determinados, essa centena de pilotos escolheu um terreno do município de Londrina, para que em 1989 iniciassem as obras do Autódromo Internacional de Londrina, inaugurado em 1992, também projetado por Beto Monteiro, que apoiado diuturnamente por Carlos Roberto Lunardelli, Marcos Menezes Prochet, Paulo Roberto Colli Monteiro, Sidney Wanderley Franchello, Raul Kemmer, Sidney Garcia de Souza, Etore Onesti Beppe, Thalis Polis, João Henrique Cruciol, entre outros muitos abnegados e entusiastas, associados e diretores do Automóvel Clube de Londrina, Trail Clube de Londrina, Londrina Moto Clube do Café, Moto Clube de Londrina, Jeep Clube de Londrina, Kart Clube, e mais uma centena de pilotos automobilistas, kartistas e motociclistas e seus clubes. Áreas de escape inéditas permitiram essa monumental obra ser projetada num terreno tão pequeno e comportar além do Circuito Norman Prochet com seus 8 circuitos clube (inconclusos, mas não concluídos), o Kartódromo Luigi Borghesi, a Pista Oval Luiz Nogueira Monteiro (a ser inaugurada, mas já palco de inúmeras corridas), e as seguintes obras a serem concluídas, como o Pitoresco Camping e o Skating, a Pista de Ultra-Leves Luiz Aparecido Bocatti, a Pista de Moto-Cross, Vado Escudero, o Lago Antonio Fernandes Sobrinho. Apesar dos desmandos municipais, a determinação dos aguerridos jovens idealistas, exigiu a aplicação correta das verbas doadas pela Petrobrás, que sem esse empenho a obra não se realizaria. Ainda, por desmando do governo local houve muita mutilação do projeto original nos últimos 2 messes da finalização das obras, quando os verdadeiros idealistas que tudo fizeram sem nada cobrar foram afastados para dar lugar aos ilegítimos nomeados e remunerados, que por não entenderem o projeto, promoveram dezenas de mutilações técnicas e morais. Mesmo assim é um autódromo elogiado unanimemente por todos que lá correram ou conheceram em 1992. Beto Monteiro projetou e executou essa obra com presença nos embasamentos e distância nas análises, e afirma o autor: "usei a sigla "BBBST" para nortear os projetos e a execução, que significa: BOM, BONITO, BARATO, SEGURO E TRANSPARENTE. Tristemente, essa obra foi mutilada em mais de 80 itens técnicos e morais, apenas nos dois meses que precederam sua inauguração, com o afastamento dos legítimos idealistas que, de graça, com perfeccionismo e amor a conduziram, sendo esta estuprada, e mutilada pelos ilegítimos em apenas dois meses e com apoio da alguns pilotos, estafe público e parte da mídia.

DJ? tá louco?

por Beto Monteiro
Colocador de música que agrada os convidados, sim.
Castrar DJs para que não procriem, se tornou uma fórmula de salvação das festas particulares promovidas por leigos.
Essas festas, são uma loteria quanto a agradar os convidados ou não.
"DJ", denominação erroneamente dada a esses contratados para alegrar festas de casamento, 15 anos, bodas,aniversários entre outras.
Os donos dessas festas, que apenas as fazem duas ou três vezes em suas vidas, podem ter dissabores que vão durar para sempre, causados por esses djs, e que nunca terão reparação.
Um verdadeiro animador de festas desse tipo, onde se encontram entre os convidados, pessoas de várias idades, onde o gosto do animador pouco interessa, mas sim o eclético e variado gosto dos diferentes convidados.
Em assim sendo, essas festas não são palco de exibições de pretensos e pseudo artistas, que de legitimidade nada tem também, para se intitularem artistas e destruir festas.
Tudo que escrevo, são sugestões baseadas em experiências vividas, e de festas e músicas, sei tanto, que posso assinar o que estou escrevendo com alerta aos animados leigos que pretendem contratar esses tocadores de músicas, que geralmente são pagos para causar desgosto.
A solução é contratar alguém, por escrito, para colocar as músicas que o dono da festa pedir ou autorizar.
Deve ser feito antes da festa também, uma relação por escrito da melodias a serem tocadas no evento.
Deve-se também, marcar o horário para terminar a festa, mas com tolerância de pelo menos duas horas, e comando do dono da festa.
Combine muito bem, assinem os contratos e boa festa sem dissabores.
Beto Monteiro