quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O ensino brasileiro precisa de reformas simples, porém radicais.

por Beto Monteiro (1984)
O ensino brasileiro precisa de reformas simples e radicais.
O ensino fundamental deve ser privado, sem dualidade, o estado não sabe gerir, e sem gestão é esse caos.
A existência dos dois ensinos (público e privado) funciona em detrimento do ensino público.
No ensino privado, os pais exigem qualidade, pois tem mais tempo, cultura, dinheiro e poder para isso, e se todos os alunos estudarem nessas escolas privadas, todos os alunos, ricos e pobres, terão o mesmo ensino de qualidade.
E com a privatização do ensino fundamental, o estado economiza recursos pagando as mensalidades dos alunos carentes com vouchers.
Alunos da escola pública custam para o estado, até três vezes mais o que o aluno da escola particular.
A escola pública custa caro a todos nós, sem contar o dano para o país com seus criminosos resultados.
Podemos afirmar que não há solução para o ensino pela via pública.
O estado é sempre ineficiente, inchado e corrupto em tudo que faz.
Resolvido os problemas gravíssimos do ensino fundamental, passamos ao ensino médio:
O segundo grau tem que ser profissionalizante com abrangência universal, eclético, onde o aluno que o cursar termina preparado e formado em uma profissão.
Os vestibulares tem que ser extintos, não fazem mais sentido, basta simplesmente usar o currículo do aluno para lhe dar o direito, se quiser, de cursar uma faculdade.
E não teremos problemas quanto a cor, "status", QI, riqueza ou mesmo fraude dos pretendentes.
Estarão sempre, todos os alunos, pais, professores fiscalizando uns aos outros contra as fraudes curriculares.
Para um aluno de bom currículo deve ser concedido financiamento e ou bolsas.
OBS: as salas de aulas devem pertencer aos professores e as matérias, e não aos alunos como é hoje.
Esse sistema enriquece as aulas com resultados magníficos.
Radical e simples assim, apenas adotar mais essa ideia que bolei e defendo desde 1984.
Beto Monteiro

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